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Ministro da Saúde quer diálogo permanente com entidades médicas


Em tom de cordialidade, o ministro da Saúde Arthur Chioro discorreu sobre a saúde no Brasil, seus principais entraves e desafios. Ele participou de uma reunião com a diretoria do Sindicato dos Médicos de São Paulo e representantes de outros sindicatos médicos do país, na noite de 22 de maio na sede do Simesp.

Chioro se mostrou aberto para conversar com a categoria, se comprometendo a estabelecer uma agenda de diálogo permanente, além de enfatizar a importância de os médicos se manterem unidos na luta e nas suas reivindicações. A diretoria do Simesp aprovou a iniciativa e também se comprometeu a conversar e apresentar propostas que visem a melhoria do setor tanto para os médicos quanto para a população. “Existe por parte do nosso Sindicato e determinados segmentos de entidades médicas muita disposição para a interlocução com o ministério”, afirmou o presidente do Simesp, Cid Carvalhaes.

 
O ministro, que aos 28 anos se tornou secretário municipal de saúde, fez um breve raio x do setor, falando sobre carreira médica, financiamento, Programa de Saúde da Família (PSF), mais Médicos, Sistema Único de Saúde (SUS), saúde suplementar, entre outros temas. Em seguida, respondeu aos questionamentos dos representantes sindicais.

 

De acordo com Carvalhaes, a gestão da saúde pública é muito complexa, já que existem no Brasil 5.565 municípios, cada um com seus respectivos secretários de saúde. Por outro lado, são mais de 8 mil entidades médicas, com opiniões e reivindicações específicas. “Não podemos ter uma única forma de solução para encarar a saúde. O Sistema Único de Saúde (SUS) nasceu com uma série de vícios, precisamos corrigi-los. Essa correção está centrada na gestão, no financiamento, na responsabilidade e no controle social, e, acima de tudo, em uma ampla lei de responsabilidade sanitária”.

 

O futuro presidente do Simesp, Eder Gatti, parabenizou o ministro pelo “diagnóstico preciso dos problemas do setor”. Para ele, identificar e encarar esses problemas são o primeiro passo na busca de possíveis soluções. Eder destacou que financiamento e recursos humanos são as duas principais dificuldades da saúde e que o governo deve discutir carreira médica para manter o profissional, especialmente nos lugares de difícil provimento.
 
Fonte: SBOT
 

 
 
  
 
 
 
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Jornal SBOT-SC
Edição: Dezembro 2018

 
  
       
 
       
                                                                                                                                              
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